
domingo, 19 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
Desde que cheguei a São Paulo uma das coisas que mais me doi é a solidão. Eu já tinha algumas amigas aqui: duas que conheci em Londrina, elas estudaram lá também e com o fim da faculdade voltaram para SP e mais uma que conheci em uma comunidade do Orkut. Tenho também aqui uma tia avó muito querida, que me ajuda MUITO. Estas pessoas são mto especiais para mim, mas cada uma delas tem sua própria vida, e por conta da correria da vida nem sempre é possível estar em contato.
Conheci várias outras pessoas aqui, principalmente na faculdade e no trabalho, mas a maioria são colegas e não amigos. Algumas vezes eu sai sozinha, não foi ruim, eu me diverti, é verdade, mas não é fácil...
Na maior parte do tempo eu só fico comigo mesma. Me sinto como na música do Zeca baleiro "Eu tava só, sozinho, mais solitário do que um paulistano...". Isso nem sempre é ruim, eu gosto da minha companhia, mas as vezes tudo que eu preciso é de um abraço bem forte e não há ngm ao meu lado para me dar isso e daí a saudade e a solidão apertam...
Além disso sinto MUITA falta de minha família, gostaria de poder vê-los com mais frequência...
Acho que no fundo, sempre me senti um pouco sozinha, mas agora, longe da família, minhas carências ficam mais acirradas e a dor é maior...
Mas não confundam solidão com tristeza, ok?
Beijos
Conheci várias outras pessoas aqui, principalmente na faculdade e no trabalho, mas a maioria são colegas e não amigos. Algumas vezes eu sai sozinha, não foi ruim, eu me diverti, é verdade, mas não é fácil...
Na maior parte do tempo eu só fico comigo mesma. Me sinto como na música do Zeca baleiro "Eu tava só, sozinho, mais solitário do que um paulistano...". Isso nem sempre é ruim, eu gosto da minha companhia, mas as vezes tudo que eu preciso é de um abraço bem forte e não há ngm ao meu lado para me dar isso e daí a saudade e a solidão apertam...
Além disso sinto MUITA falta de minha família, gostaria de poder vê-los com mais frequência...
Acho que no fundo, sempre me senti um pouco sozinha, mas agora, longe da família, minhas carências ficam mais acirradas e a dor é maior...
Mas não confundam solidão com tristeza, ok?
Beijos
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Cheguei a São Paulo há 4 meses e meio, não foi nada fácil este periodo, mas também tive muitos momentos bacanas e amadureci muito.
No começo foi dificil encontrar um lugar para morar, eu vizitava pensões e repúblicas e me sentia triste porque não pareciam um lar, e sim apenas um local para guardar coisas e dormir. Tentei morar na republica de um amigo, mas não deu certo, voltei pra casa da minha tia. E quando já estava quase desistindo, pensando seriamente em ir embora de SP encontrei uma casinha, pequena, mas aconchegante, no alto de uma escadaria. A família que mora no andar de baixo é muito legal e me trata muito bem. O único problema é o preço, é caro, por isso to pensando em sair daqui.
Agora, mais habituada á cidade e mais fortalecida emocionalmente (o acidente que citei no primeiro post + a mudança brusca de cidade me deixaram muito fragilizada no começo) estou procurando com calma um novo local. Fiquei por 3 meses nessa casinha e isso foi muito bom e muito importante para mim!
Morar sozinha tem sido bom, as vezes a solidão bate e a responsabilidade são grandes, pois tudo aqui depende SÓ de mim, mas é claro, também tem o lado bom..rs
No começo foi dificil encontrar um lugar para morar, eu vizitava pensões e repúblicas e me sentia triste porque não pareciam um lar, e sim apenas um local para guardar coisas e dormir. Tentei morar na republica de um amigo, mas não deu certo, voltei pra casa da minha tia. E quando já estava quase desistindo, pensando seriamente em ir embora de SP encontrei uma casinha, pequena, mas aconchegante, no alto de uma escadaria. A família que mora no andar de baixo é muito legal e me trata muito bem. O único problema é o preço, é caro, por isso to pensando em sair daqui.
Agora, mais habituada á cidade e mais fortalecida emocionalmente (o acidente que citei no primeiro post + a mudança brusca de cidade me deixaram muito fragilizada no começo) estou procurando com calma um novo local. Fiquei por 3 meses nessa casinha e isso foi muito bom e muito importante para mim!
Morar sozinha tem sido bom, as vezes a solidão bate e a responsabilidade são grandes, pois tudo aqui depende SÓ de mim, mas é claro, também tem o lado bom..rs
De volta!
Criei este cantinho inicialmente para desabafar, depois quis fazer dele um diário de bordo da minha vida aqui em São Paulo, é uma pena que na correria da minha vida não consegui mais postar... Espero que de aqui em diante seja diferente!
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Post Pessoal
Depois de tantas dúvidas, finalmente decidi vir a São Paulo.
Cheguei na última segunda feira (28/02), em um dia de muita chuva, o avião teve dificuldades para pousar, chegou a arremeter depois da primeira tentativa, sobrevoou sampa, foi até o litoral e voltou, para finalmente conseguir pousar....
Minhas amigas foram me buscar no aeroporto, foi ótimo revê-las, mas muito dificil chegar até a casa de uma delas, no tucuruvi. Onibus lotado, transito parado por causa da chuva, meu quadril doendo mto, foi complicado... Qdo cheguei lá, finalmente pude descansar, ela e as irmãs foram uns amores comigo.
Depois de 4 dias vim para casa da minha querida tia-avô, no Itaim bibi, ela tbm é um amor e me trata muuuito bem.
Estou procurando moradia aqui em sp, um lugar definitivo para morar, ao mesmo tempo que quero fazer isso logo, tbm sinto vontade de continuar aqui por mais um tempinho, é bom ficar próxima da minha tia, me sinto mto protegida e querida....
São Paulo é uma cidade que me provoca medo e curiosidade. É enorme, tudo é longe, tudo é fácil e dificil ao mesmo tempo. Ainda não me adaptei, as vezes acho que nunca vou me adaptar e outras vezes penso que logo estarei plenamente integrada a nova cidade... Tenho mto a conhecer e mto a aprender, sem dúvida, permanecendo ou não aqui, quando o periodo do mestrado acabar, esta experiêcia será mto válida.
Despois volto para contar mais sobre minha vida aqui em SP.
Beijos =******
Cheguei na última segunda feira (28/02), em um dia de muita chuva, o avião teve dificuldades para pousar, chegou a arremeter depois da primeira tentativa, sobrevoou sampa, foi até o litoral e voltou, para finalmente conseguir pousar....
Minhas amigas foram me buscar no aeroporto, foi ótimo revê-las, mas muito dificil chegar até a casa de uma delas, no tucuruvi. Onibus lotado, transito parado por causa da chuva, meu quadril doendo mto, foi complicado... Qdo cheguei lá, finalmente pude descansar, ela e as irmãs foram uns amores comigo.
Depois de 4 dias vim para casa da minha querida tia-avô, no Itaim bibi, ela tbm é um amor e me trata muuuito bem.
Estou procurando moradia aqui em sp, um lugar definitivo para morar, ao mesmo tempo que quero fazer isso logo, tbm sinto vontade de continuar aqui por mais um tempinho, é bom ficar próxima da minha tia, me sinto mto protegida e querida....
São Paulo é uma cidade que me provoca medo e curiosidade. É enorme, tudo é longe, tudo é fácil e dificil ao mesmo tempo. Ainda não me adaptei, as vezes acho que nunca vou me adaptar e outras vezes penso que logo estarei plenamente integrada a nova cidade... Tenho mto a conhecer e mto a aprender, sem dúvida, permanecendo ou não aqui, quando o periodo do mestrado acabar, esta experiêcia será mto válida.
Despois volto para contar mais sobre minha vida aqui em SP.
Beijos =******
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Pensamento!
"Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece..." [Clarice Lispector]


Ps: Estou indo para SP na segunda feira =X!!!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Música do Momento!
Amor, Meu Grande Amor
Barão Vermelho
Composição: Angela Ro Ro e Ana Terra
Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...
Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...
Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...
Pois tudo o que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim, até o começo...
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...
Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...
Pois tudo que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo...
Amor, meu grande amor
Que eu sejaO último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Por favor, me reconheça...
Pois tudo que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo...
Barão Vermelho
Composição: Angela Ro Ro e Ana Terra
Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...
Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...
Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...
Pois tudo o que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim, até o começo...
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...
Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...
Pois tudo que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo...
Amor, meu grande amor
Que eu sejaO último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Por favor, me reconheça...
Pois tudo que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Post Pessoal!
Cada dia tenho mergulhado mais em mim buscando me conhecer e principalmente buscando construir uma vida que eu goste de ter. Fui vítima de violência psisólogica na infância e de violência física na adolescência, talvez por isso tenha sempre a sensação de estar sozinha e de estar fazendo algo errado.....
De qualquer forma, o passado está no passado e agora só me resta aproveitar melhor meu presente e é justamente isso que quero. A recuperação da fratura continua devagar, mas como diriam os ursinhos carinhosos "devagar e sempre". Uma hora estarei totalmente recuperada, é a certeza disso que me mantem de pé.
Agora vou me concentrar em tomar a principal decisão do momento: em que cidade ficar Londrina ou São Paulo? Vou ouvir a opinião médica e marcar em um papel todas as vantagens e desvantagens de cada uma e pesar o que será para mim. O mais importante agora é resgatar minha alegria de viver... chega de fossa e dias desanimados..rsss
De qualquer forma, o passado está no passado e agora só me resta aproveitar melhor meu presente e é justamente isso que quero. A recuperação da fratura continua devagar, mas como diriam os ursinhos carinhosos "devagar e sempre". Uma hora estarei totalmente recuperada, é a certeza disso que me mantem de pé.
Agora vou me concentrar em tomar a principal decisão do momento: em que cidade ficar Londrina ou São Paulo? Vou ouvir a opinião médica e marcar em um papel todas as vantagens e desvantagens de cada uma e pesar o que será para mim. O mais importante agora é resgatar minha alegria de viver... chega de fossa e dias desanimados..rsss
domingo, 25 de janeiro de 2009
Como vc reagiria???
Há certas noticias que nos chocam muito, mesmo que não nos afete diretamente... Foi assim com a história da modelo de 20 anos que morreu vítima de inecção generalizada no ES. Eu nunca tinha lido nada sobre ela, mas é triste ver uma vida se interromper assim, de forma tão intempestiva... Imagino a dor da mãe em perder uma filha tão nova, imagino seu desespero qdo as mãos e os pés da modelo foram amputados... Foi mesmo uma morte horrivel.
Mas além de chocar essa história despertou em mim muitos questionamentos. O principal deles diz respeito ao fato de que quase todas as pessoas que vieram comentar comigo sobre isso diziam a mesma coisa:
° Melhor assim, ela não conseguiria ser feliz depois de ter as mãos e os pés amputados.
Bem, depois do acidente que sofri, quando eu estava na cadeira de rodas, ficava me perguntando como seria se eu nunca mais levantasse dalí. Eu sabia que me levantaria, sabia que meu caso era reverssível, mas a pergunta perssistia em mim... Ficava pensando se eu conseguiria me sentir independente das pessoas mesmo dependendo de uma cadeira pra andar, imaginava em como seria ir pra faculdade, pro trabalho, pro shopping sempre de cadeira de rodas. Nessa época eu senti na pele o quanto a acessibilidade do caderante é mínima. Mesmo dentro de casa era dificilimo me locomover com a cadeira, e na rua as calçadas eram péssimas, as portas apertadas, em muitos locais só dava pra subir de escada... Emfim, uma dificuldade em cima da outra.... Sem falar noer olhar de pena das pessoas, que acostumaram a ver o portador de necessidades especiais como coitadinho...
Eu acho que qualquer pessoa que tem alguma necessidade especial desperta comoção nas pessoas, aquelas que tiveram alguma parte do corpo amputada mais ainda, nínguem gostaria de passar por isso, mas eu acho que é possível superar sim, o mais incrivel no ser humano é sua capacidade de adaptação a situações adversas. Somos muito mais versateis do que imaginamos, e aos poucos vamos descobrindo novos caminhos e novas formas de fazer as coisas...
Vai aí uma boa indicação de leitura sobre o assunto: Oliver Sacks - Um antropólogo em Marte.
Boa noite e beijos a todos!
Mas além de chocar essa história despertou em mim muitos questionamentos. O principal deles diz respeito ao fato de que quase todas as pessoas que vieram comentar comigo sobre isso diziam a mesma coisa:
° Melhor assim, ela não conseguiria ser feliz depois de ter as mãos e os pés amputados.
Bem, depois do acidente que sofri, quando eu estava na cadeira de rodas, ficava me perguntando como seria se eu nunca mais levantasse dalí. Eu sabia que me levantaria, sabia que meu caso era reverssível, mas a pergunta perssistia em mim... Ficava pensando se eu conseguiria me sentir independente das pessoas mesmo dependendo de uma cadeira pra andar, imaginava em como seria ir pra faculdade, pro trabalho, pro shopping sempre de cadeira de rodas. Nessa época eu senti na pele o quanto a acessibilidade do caderante é mínima. Mesmo dentro de casa era dificilimo me locomover com a cadeira, e na rua as calçadas eram péssimas, as portas apertadas, em muitos locais só dava pra subir de escada... Emfim, uma dificuldade em cima da outra.... Sem falar noer olhar de pena das pessoas, que acostumaram a ver o portador de necessidades especiais como coitadinho...
Eu acho que qualquer pessoa que tem alguma necessidade especial desperta comoção nas pessoas, aquelas que tiveram alguma parte do corpo amputada mais ainda, nínguem gostaria de passar por isso, mas eu acho que é possível superar sim, o mais incrivel no ser humano é sua capacidade de adaptação a situações adversas. Somos muito mais versateis do que imaginamos, e aos poucos vamos descobrindo novos caminhos e novas formas de fazer as coisas...
Vai aí uma boa indicação de leitura sobre o assunto: Oliver Sacks - Um antropólogo em Marte.
Boa noite e beijos a todos!
sábado, 24 de janeiro de 2009
Post Pessoal!
Como ja disse na minha primeira postagem, sou mestranda na área de Ciências Sociais, apesar das dúvidas que tenho qto a minha atuação nesta carreira, amo mto esse curso. Estudo em uma universidade no interior do PR, e através de um convênio entre minha universidade e uma outra de SP consegui vaga e me escrevi em algumas disciplinas de lá. Isso seria ótimo pro meu currículo, mas não sei se vou.
Mudei de idéia e desisti? Não, não, imagine, ainda quero mto ir. Mas por conta do acidente que sofri isso parece inviavel. Seria mto complicado me virar sozinha em SP, subir e descer de onibus lotado, caminhar em ruas movimentadas, fazer todo trabalho domestico... Coisas que antes eu fazia com mta facilidade, agora exigem paciencia e cuidado...
As aulas em SP começam dia 9, tenho duas semanas até lá. Dificilmente estarei preparada em duas semanas, como já disse antes, fraturas são coisas delicadas e a recuperação é demorada.
Agora não sei direito o que faço... Meu desejo é ir pra SP, mas não acho que seja prudente. A aula na minha universidade começa só em março, acho que até lá ja estarei bem melhor, principalmente pq estou voltando pra fisioterapia... Por enquanto estou de férias na casa da minha família em Goiânia GO, estou fazendo meu tratamento aqui...
Putz, como eu falo, né? Mas com tanta coisa acontecendo, acho que eu explodo se não colocar td pra fora..rsss
Bom sábado a todos, beijos!
Mudei de idéia e desisti? Não, não, imagine, ainda quero mto ir. Mas por conta do acidente que sofri isso parece inviavel. Seria mto complicado me virar sozinha em SP, subir e descer de onibus lotado, caminhar em ruas movimentadas, fazer todo trabalho domestico... Coisas que antes eu fazia com mta facilidade, agora exigem paciencia e cuidado...
As aulas em SP começam dia 9, tenho duas semanas até lá. Dificilmente estarei preparada em duas semanas, como já disse antes, fraturas são coisas delicadas e a recuperação é demorada.
Agora não sei direito o que faço... Meu desejo é ir pra SP, mas não acho que seja prudente. A aula na minha universidade começa só em março, acho que até lá ja estarei bem melhor, principalmente pq estou voltando pra fisioterapia... Por enquanto estou de férias na casa da minha família em Goiânia GO, estou fazendo meu tratamento aqui...
Putz, como eu falo, né? Mas com tanta coisa acontecendo, acho que eu explodo se não colocar td pra fora..rsss
Bom sábado a todos, beijos!
Reflexão!!!

Você sente as dores da vida?
Amarradas em volta de você como se fossem correntes
Restringindo todos os seus sonhos
Você se pergunta se há um maneira, uma maneira de se libertar
Se libertar...
Então conte-me todos os seus sonhos
Conte-me todos os seus medos
E o que você mais anseia
Não é mais um caminho que terminará da mesma forma pois está sob meu controle
Você pode sentir os ventos de mudança?
Logo o peso cairá
E te levará para um lugar
Que só é encontrado por entre esses ventos de mudança
Uma brisa que é nova e livre
Então me conte todos os seus sonhos
Conte-me todos os seus medos
E o que você mais anseia
Não é mais um caminho que terminará da mesma forma pois está sob meu controle
Eu serei aquele para quem você pode chorar
Aquele que te dará asas
Eu te darei asas
Algum dia, iremos voar para longe
Alados como águias
Nós correremos e não nos perderemos
Eu serei aquele para quem você pode chorar
Aquele que te dará asas
Eu te darei asas para te libertar
Eu te darei asas para te libertar
Winds Of Change - Kutless
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Post Pessoal!
Faz tempo que penso em criar um blog para falar sobre mim, mas de tanto pensar acabo nunca colocando em prática. Aliás essa é uma grande caracteristica minha, penso muito, muito mesmo, e não consigo colocar em prática nem metade dos meus pensamentos (risos).
Bem, deixa eu me apresentar: meu nome é Marcella, tenho 25, sou formada em ciências sociais e faço mestrado na mesma área, sou solteira, sem filhos, adoro música, canto muito mesmo sem saber, sou viciada em poesias e tenho paixão por bonecas artisticas e artesanais.
Estou em um momento complicado da minha vida, muitas mudanças e muita espectativa... A quase 3 meses sofri um acidente de moto, foi um acidente feito, causado porque um cara estava falando n celular e bateu na traseira de nossa moto. Nesse acidente fraturei o lado direito do quadril e trinquei o esquerdo. No primeiro mês eu não podia andar, tinha que fazer repouso absoluto e sentia minhas penas mto pesadas, nos primeiros dias até para se mexer na cama era dificil. Ficava entre a cama e a cadeira de rodas... Essa parte do nosso corpo é fundamental para nossa sustentação e uma vez fraturada a reabilitação é muito delicada... Bem, três meses depois ainda não me recuperei totalmente, já melhorei muito, agora eu ando, sem muletas, mas ainda manco bastante e tenho certas limitações, determinados movimentos ainda são dificeis de serem realizados...
As vezes eu desanimo e fico mto deprimida, outras vezes eu penso que poderia ter sido pior e vejo o quanto que já superei e então me sinto melhor. O fato é que esse acidente virou minha vida de cabeça pro ar e agora tenho importantes escolhas a fazer...
Bem amanhã eu volto e conto que escolhas são essas...
Beijos e até logo!
Bem, deixa eu me apresentar: meu nome é Marcella, tenho 25, sou formada em ciências sociais e faço mestrado na mesma área, sou solteira, sem filhos, adoro música, canto muito mesmo sem saber, sou viciada em poesias e tenho paixão por bonecas artisticas e artesanais.
Estou em um momento complicado da minha vida, muitas mudanças e muita espectativa... A quase 3 meses sofri um acidente de moto, foi um acidente feito, causado porque um cara estava falando n celular e bateu na traseira de nossa moto. Nesse acidente fraturei o lado direito do quadril e trinquei o esquerdo. No primeiro mês eu não podia andar, tinha que fazer repouso absoluto e sentia minhas penas mto pesadas, nos primeiros dias até para se mexer na cama era dificil. Ficava entre a cama e a cadeira de rodas... Essa parte do nosso corpo é fundamental para nossa sustentação e uma vez fraturada a reabilitação é muito delicada... Bem, três meses depois ainda não me recuperei totalmente, já melhorei muito, agora eu ando, sem muletas, mas ainda manco bastante e tenho certas limitações, determinados movimentos ainda são dificeis de serem realizados...
As vezes eu desanimo e fico mto deprimida, outras vezes eu penso que poderia ter sido pior e vejo o quanto que já superei e então me sinto melhor. O fato é que esse acidente virou minha vida de cabeça pro ar e agora tenho importantes escolhas a fazer...
Bem amanhã eu volto e conto que escolhas são essas...
Beijos e até logo!
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